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.Angels - Within Temptation
.Memories - Within Temptation
.This is my dream - Lacuna Coil
.Somewhere - Within Temptation
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The Crow

People once believed,
That when someone dies,
A crow carries their soul,
To the land of the dead,
But sometimes,
Something so bad happens
That a terrible sadness is carring with it
And the soul can´t rest,
Then sometimes,
Just sometimes,
A crow can bring that soul back
To put the wrong things right.
An building gets torched,
All there is left is ashes,
I used to think,
That was true about everything,
Family, friends, feelings,
Now I know,
If sometimes love proves thrill,
Two people who meant to be together
Nothing could keep them apart.
Buildings burn, People die, But real love lives forever.
Arquivo
Nome: Meialua
Idade: 29
Signo: Escorpião (Nascida no Halloween) Cor: Roxo
Coisas que adoro: A Lua, os meus amigos verdadeiros, o meu marido, o Mar, tudo que seja místico, ler, música, fotografia, rir, namorar, acima de tudo VIVER, etc...
Coisas que odeio: Inveja, falsidade, injustiças, pessoas interesseiras, mesquenhices, mentiras, etc...

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Monday, April 09, 2007
Olá amigos Que tal essa Páscoa? Espero que fantabulástica!  Deixo aqui mais um poema por mim seleccionado e o desejo de uma boa semanita para todos. Beijos recheados de sorrisos e carinhos* 
vem comigo ver as pirâmedes fantásticas do vento no interior luminoso da terra encontrarás o segredo de quartzo para desvendares o tempo onde contemplamos a fulva doçura das cerejas
iremos para onde os restos de vida não acordem a dor da imensa árvore a sombra dos cabelos carregados de pólenes e de astros crescemos lado a lado com o dragão o súbito relâmpago dos frutos amadurecendo iluminará por um instante as águas do jardim e o alecrim perfumará os noctívagos passos há muito prisioneiros no barro onde o rosto se transforme e morre e já não nos pertence
vem comigo praticar essa arte imemorial de quem espera não se sabe o quê junto à janela encolho-me como se fechasse uma gaveta para sempre caminhasse onde caiu um lenço mas levanto os olhos quando o verão entra pelo quarto e devassa esta humilde existência de papel
vem comigo as palavras nada podem revelar esqueci-as quase todas onde vislumbro um fogo pegando fogo ao corpo mais próximo do meu
Al Berto
Posted at 10:23 pm by meialua
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Saturday, March 31, 2007
Oláaaa!! Então como estão? Comigo sempre tudo  Sem muito tempo venho deixar mais um poema da minha poeta preferida. Aproveito para desejar a todos uma Páscoa muito, muito Feliz!! Beijos com muito Carinho, Harmonia e Alegria!!
 Aqui, deposta enfim a minha imagem, Tudo o que é jogo e tudo o que é passagem. No interior das coisas canto nua.
Aqui livre sou eu ? eco da lua E dos jardins, os gestos recebidos E o tumulto dos gestos pressentidos
Aqui sou eu em tudo quanto amei. Não pelo meu ser que só atravessei, Não pelo meu rumor que só perdi, Não pelos incertos atos que vivi,
Mas por tudo de quanto ressoei E em cujo amor de amor me eternizei.
Sophia de Mello Breyner
Posted at 6:55 pm by meialua
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Monday, March 26, 2007
Olá amiguitos. Tudo "fantabulástico"? Esperemos que sim.  Mais uma semana se inicia e aqui deixo mais um poema por mim seleccionado. Beijinhos com muito carinho para todos*

Uma cidade amadurece nas vertentes do crepúsculo Há um íman que nos atrai para o interior da montanha. Os navios deslizam nos estuários do vento. Alguma coisa ascende de uma região negra. Alguém escreve sobre os espelhos da sombra. A passageira da noite vacila como um ser silencioso. O último pássaro calou-se.As estrelas acenderam-se. As ondas adormeceram com as cores e as imagens. As portas subterrâneas têm perfumes silvestres. Que sedosa e fluida é a água desta noite! Dir-se-ia que as pedras entendem os meus passos. Alguém me habita como uma árvore ou um planeta. Estou perto e estou longe no coração do mundo.
António Ramos Rosa
Posted at 8:22 am by meialua
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Thursday, March 22, 2007
Passemos, tu e eu, devagarinho...
Olá amiguinhos.  Espero que esteja tudo ok com voces! Comigo tudo óptimo embora continue sem muito tempo, mas como ontem começou a Primavera e foi também o dia Internacional da Poesia, não poderia deixar de passar por aqui (ainda que só hoje) a deixar mais um poema...

"Passemos, tu e eu, devagarinho, Sem ruído, sem quase movimento, Tão mansos que a poeira do caminho A pisemos sem dor e sem tormento.
Que os nossos corações, num torvelinho De folhas arrastadas pelo vento, Saibam beber o precioso vinho, A rara embriaguez deste momento.
E se a tarde vier, deixá-la vir E se a noite quiser, pode cobrir Triunfalmente o céu de nuvens calmas
De costas para o Sol, então veremos Fundir-se as duas sombras que tivemos Numa só sombra, como as nossas almas."
Reinaldo Ferreira
Bom resto de semana e beijos com muito carinho******
Posted at 7:51 am by meialua
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Tuesday, March 13, 2007
Olá amigos. Tudo "fantabulástico"?  Espero que sim.  Peço desculpa por alguma ausência por aqui e pelos vossos blogs mas não tenho tido muito tempo. Mas já sabem, sempre que posso cá estou.  Por agora deixo mais um poema por mim seleccionado e o desejo de continuação de uma excelente semana. Beijos com muito carinho*

"Procura a maravilha.
Onde um beijo sabe a barcos e bruma.
No brilho redondo e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha."
Eugénio de Andrade
Posted at 8:40 am by meialua
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Tuesday, March 06, 2007
Olá!!!!! Então que tal o fim de semana? O meu foi excelente!!  Viram o Eclipse? Pois é, foi realmente "maravilhástico"!!
Aconselho também a quem acredita na Magia das coisas a visitar o meu outro blog; Bruxinha da Lua, pois no domingo fui a um sítio "fantabulástico" que aconselho vivamente.
Eu já estou desejosa de voltar. 
Por agora deixo aqui mais um poema da minha poeta preferida com o desejo de continuação de uma excelente semana! Beijos com muito carinho*

Este búzio não o encontrei eu própria numa praia Mas na mediterrânica noite azul e preta Comprei-o em Cós numa venda junto ao cais Rente aos mastros baloiçantes dos navios E comigo trouxe o ressoar dos temporais
Porém nele não oiço Nem o marulho de Cós nem o de Egina Mas sim o cântico da longa vasta praia Atlântica e sagrada Onde para sempre minha alma foi criada.
Sophia de Mello Breyner
Posted at 9:20 am by meialua
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Friday, March 02, 2007
Oláaaaa!!! Espero que esteja tudo bem com voces. Comigo tudo óptimo embora continue um pouco atarefada... 
Como sabem, e se não sabem eu informo, rsss; amanhã vai haver um Eclipse total da Lua , podem ver mais informações Aqui.
Sendo assim hoje só poderia deixar um poema sobre tal, não é? Aqui fica então um que retirei da Net. 
Beijos com muito, muito carinho, bom fim de semana, e tentem não perder o Eclipse. 

O reflexo da lua na água turva Aos olhos do poeta obscurece, Pois quando à água suja a lua desce Perante a lua nova ele se curva.
Perante a lua, novo, ele pranteia E sabe que ele mesmo é quem ofusca O brilho do ornamento que ele busca, E a luz do pensamento em lua cheia.
Coberta pelo breu a lua míngua, E assim sucumbe o brilho do poeta: A sombra de si mesmo ele projeta Na lua, antes que ela se extinga.
Só dentro do poeta ela é crescente: Seu brilho à água turva sobrepuja, Fazendo com que seja apenas suja Nos olhos do poeta reticente...
Do reflexo da lua se apropria, E o eclipse total o desconcerta... É turva a água ou o olho do poeta? É escura a lua ou sua vã filosofia?
Fábio Paradela & Ederson Peka
Posted at 7:56 am by meialua
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Friday, February 23, 2007
Olá amigos! Tudo bem? Espero que sim.  Comigo tudo óptimo, embora sem muito tempo, rss  Hoje deixo aqui um trecho do último livro dum dos meus escritores preferidos. Beijinhos grandes com muito carinho para todos**

Não há nenhuma diferença entre aquilo que aconteceu mesmo e aquilo que fui distorcendo com a imaginação, repetidamente, repetidamente, ao longo dos anos. Não há nenhuma diferença entre as imagens baças que lembro e as palavras cruas, cruéis, que acredito que lembro, mas que são apenas reflexos construídos pela culpa. O tempo, conforme um muro, uma torre, qualquer construção, faz com que deixe de haver diferenças entre a verdade e a mentira. O tempo mistura a verdade com a mentira. Aquilo que aconteceu mistura-se com aquilo que eu quero que tenha acontecido e com aquilo que me contaram que aconteceu. A minha memória não é minha. A minha memória sou eu distorcido pelo tempo e misturado comigo próprio: com o meu medo, com a minha culpa, com o meu arrependimento. Quando me lembro de ter quatro anos e de estar a brincar no quintal, não sei onde terminam as imagens que os meus olhos de quatro anos viram e que permanecem até hoje comigo, ou onde terminam as imagens que inventei sempre que tentei lembrar-me dessa tarde. Era uma tarde que passava entre os ramos dos pessegueiros. A luz, disposta sobre a terra, era como figuras de renda, como uma colcha de renda com as formas dos ramos dos pessegueiros e das folhas que tremiam. Depois da copa emaranhada das árvores, devia haver o céu e pássaros porque aquela era uma tarde calma de maio. A minha mãe estava na cozinha. Às vezes, via o seu rosto a olhar-me através do vidro da janela. As minhas irmãs talvez estivessem nos seus quartos ou em algum lugar que eu não conhecia. Eu tinha quatro anos e havia muitas coisas que não conhecia.
José Luis Peixoto, in Cemitério de Pianos
Posted at 9:02 am by meialua
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Thursday, February 15, 2007
Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua. (20-6-1929)
Olá amigos!! Que tal esse Dia dos Namorados? Espero que tão bom como o meu. Rsss 
Em relação à faringite estou bem melhor. Obrigada por todo o carinho* 
Estou também muito contente porque ganhei vários Awards com este blog no Concurso Olhos de fadas Awards. Obrigada Sária! 
Aqui Vão os Awards que ganhei:



Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua. Ninguém anda mais depressa do que as pernas que tem. Se onde quero estar é longe, não estou lá num momento.
Sim: existo dentro do meu corpo. Não trago o sol nem a lua na algibeira. Não quero conquistar mundos porque dormi mal, Nem almoçar o mundo por causa do estômago. Indiferente? Não: filho da terra, que se der um salto, está em falso, Um momento no ar que não é para nós, E só contente quando os pés lhe batem outra vez na terra, Traz! na realidade que não falta!
Não tenho pressa. Pressa de quê? Não têm pressa o sol e a lua: estão certos. Ter pressa é crer que a gente passe adiante das pernas, Ou que, dando um pulo, salte por cima da sombra. Não; não tenho pressa. Se estendo o braço, chego exactamente aonde o meu braço chega ( Nem um centímetro mais longe. Toco só aonde toco, não aonde penso. Só me posso sentar aonde estou. E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras, Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa, E somos vadios do nosso corpo. E estamos sempre fora dele porque estamos aqui.
Alberto Caeiro
Beijinhos com muito carinho e desde já um bom fim de semana**
Posted at 9:30 pm by meialua
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Monday, February 12, 2007
Posted at 3:21 pm by meialua
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