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Som Da Lua:
Ja por aqui tocou:
.Evanescence - Missing
.Evanescence - My Immortal
.Smashing Pumpkins - Disarm
.NightWish - Nemo
.Aerosmith - Fly away from here
.Why - Banda sonora "The Crow"
.LifeHouse - Hanging By a Moment
.Angels - Within Temptation
.Memories - Within Temptation
.This is my dream - Lacuna Coil
.Somewhere - Within Temptation
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The Crow

People once believed,
That when someone dies,
A crow carries their soul,
To the land of the dead,
But sometimes,
Something so bad happens
That a terrible sadness is carring with it
And the soul can´t rest,
Then sometimes,
Just sometimes,
A crow can bring that soul back
To put the wrong things right.
An building gets torched,
All there is left is ashes,
I used to think,
That was true about everything,
Family, friends, feelings,
Now I know,
If sometimes love proves thrill,
Two people who meant to be together
Nothing could keep them apart.
Buildings burn, People die, But real love lives forever.
Arquivo
Nome: Meialua
Idade: 29
Signo: Escorpião (Nascida no Halloween) Cor: Roxo
Coisas que adoro: A Lua, os meus amigos verdadeiros, o meu marido, o Mar, tudo que seja místico, ler, música, fotografia, rir, namorar, acima de tudo VIVER, etc...
Coisas que odeio: Inveja, falsidade, injustiças, pessoas interesseiras, mesquenhices, mentiras, etc...

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De momento sem tempo, não participo em nenhum
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 Presente da Branca
(Presente da Rute)
Fragmentitos:




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Sunday, June 21, 2009
Passado pouco mais de um ano e a pedido de muitas famílias...Voltei!!
Tanto este blog, como o outro continurão aqui como memórias que nunca esquecerei e sempre recordarei! E agora podem encontrar-me no Fragmentos da Lua II.
Aqui:
http://fragmentosdalua2-meialua.blogspot.com/
Encontramo-nos lá!! :)
Posted at 6:14 pm by meialua
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Wednesday, May 21, 2008
"Música, Luar e sonhos..."
Olá!!! :) Pois é cá estou eu de novo!!  Não, não sumi novamente, apenas como mencionei as minhas vindas ao blog são bastante mais espaçadas.  Deixa-me muito feliz que continuem a cá vir, assim como fiquei super feliz quando me deparei com o facto de ser de novo Destaque num site que bastante aprecio e que convido todos a visitarem; o MagiaGifs, e do qual passei também a fazer parte do Livro de Ouro.  Muito obrigada fico mesmo muito contente que estes Fragmentos continuem a ser visitados e apreciados!  Aqui estãos presentinhos que me deram:
E por agora deixo aqui um pequeno trecho de Fernando Pessoa, espero que apreciem.
Beijos com carinho, até breve, e já sabem não se esquecam de ser Felizes!!**
 "A música, o luar e os sonhos são as minhas armas mágicas. Mas por música não deve entender-se só aquela que se toca, se não também aquela que fica eternamente por tocar. Por luar, ainda, não se deve supor que se fala só do que vem da lua e faz as árvores grandes perfis; há outro luar, que o mesmo sol não exclui, e obscurece em pleno dia o que as coisas fingem ser. Só os sonhos são sempre o que são. É o lado de nós em que nascemos e em que somos sempre naturais e nossos."
Fernando Pessoa
Posted at 8:38 pm by meialua
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Tuesday, April 15, 2008
Porque vocês fazem-me falta... ;)
Porque vocês fazem-me falta... Porque apesar de ausente nunca vos esqueci, nem nunca deixei de vir aqui... Porque este blog tem tanto de mim e tanto de nós.  Porque as saudades apertaram e porque sim... Aqui estou eu de novo  Provavelmente não muito assídua mas mais do que ultimamente rsss  Comigo tudo continua fantabulástico  O casamento continua de vento em popa e o trabalhito que já outro (Ufff) também...  Agradeço a todos que continuaram a cá vir e que foram também um incentivo para eu regressar a estes Fragmentos tão meus e tão nossos. Assim que conseguir vou matar saudades dos vossos cantinhos, por agora deixo um pequeno trecho de um livro de Inês Pedrosa, espero que gostem.
Beijos com carinho*

"Não importa o que se ama. Importa a matéria desse amor.
As palavras são só um princípio.....
Porque no amor os princípios, os meios e os fins são apenas fragmentos de uma história que continua para lá dela, antes e depois do sangue breve de uma vida.
Tudo serve a essa obsessão de verdade a que chamamos amor".
Inês Pedrosa in "Fazes-me Falta"
Posted at 10:20 pm by meialua
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Tuesday, October 02, 2007
Olá amigos!  Sim eu sei... Sumi. (Cof, cof) O que acontece é que mudei de emprego e o meu tempo tornou-se reduzido. O meu casamento corre às mil maravilhas e tudo continua "fantabulástico".  Acontece que com um novo emprego, as coisas tornaram-se diferentes e não tenho por enquanto muito tempo para o mundo da blogosfera. O blog continuará por aqui, mas vai andar mais paradito, pois só cá virei mesmo quando tiver algum tempo.  Existem prioridades e objectivos e temos que ir atrás deles. Nunca gostei de despedidas e não considero este post como tal. Pois sempre que possa cá estarei a ler e a reler, e a comentar.... Vou estar apenas... mais ausente.  Durante muitos anos muitos de vós me acompanharam nos bons momentos e nos menos bons. Guardo muitas recordações, gestos e palavras no meu coração. O carinho sempre presente. Que estou certa continuará.  Por agora deixo-vos umas palavras de um escritor que aprecio bastante. Um beijo enorme cheio de saudade e carinho da vossa amiga MeiaLua. E nunca se esquecam de ser FELIZES!!
Até sempre. Beta

Às vezes, penso que é impossível que entendas completamente aquilo que sinto. A culpa não é tua. Não existe culpa. As palavras que tenho são muito insuficientes, são muito imperfeitas.
E se, num momento, vejo a minha mão deslizar sobre a pele do teu rosto, ou sobre a pele do teu pescoço, ou sobre a pele da tua voz olhar presença, sou atingido por um raio e tenho de dizer palavras, tenho de tentar dizer-te aquilo que sinto.
Esses são os momentos em que digo a palavra amor. Palavra insuficiente e imperfeita que não sei o que te diz.
Esses são os momentos em que sinto que qualquer coisa grande como o mundo me atravessa; a primavera inteira atravessa-me; as vozes e os sorrisos de todas as crianças atravessam-me; a lua, nós conhecemos a lua, a sua luz tão lenta no céu da noite, e a noite iluminada por luz, luz estendida sobre o rio onde se estende o nosso olhar imenso, cheio qualquer coisa grande como o mundo, a lua, a noite e a luz atravessam-me.
E digo a palavra amor como se dissesse tudo isto. E, quando me dizes a palavra amor, acredito que partilhamos palavras. E podemos dizer essa palavra dentro de um beijo. Os nossos lábios juntos a fazerem os mesmos movimentos, a fazerem as formas dessa palavra: a m o r. Juntos.
E há outra palavra que não sabemos como dizer: felicidade. Dizemos felicidade e, dentro do instante dessa palavra, sentimos alguma coisa que chamamos por esse nome. É também grande como o mundo.
Quando estamos juntos, de mãos dadas, quando nos abraçamos e os nossos corpos se tocam mais do que se estivessem apenas a tocar-se, quando as nossas vozes são a mesma, quando as nossas palavras, sentimos muitas coisas grandes como o mundo. O mundo é tantas vezes infinito.
No entanto, quando estou sozinho por um momento, quando o teu rosto é apenas tocado pela minha memória, penso que é impossível que entendas completamente aquilo que sinto.
A culpa não é minha. Não existe culpa. Daquilo que sinto, dessas palavras, amor, felicidade, sei apenas que são grandes como o mundo quando o mundo é infinito. Posso estar na rua, posso estar no meu quarto, posso ter acabado de acordar e o meu corpo fica rodeado pelas folhas do Outono que o vento agita, fica rodeado de pássaros e a claridade é a pureza singela, como os teus olhos, como os teus lábios, como os teus dedos, como a tua pele. É tão grande. Tão grande.
E é por isso que penso que é impossível que entendas, mas depois penso que nós, a palavra amor, isto, tão grande, nós somos feitos de tantas coisas impossíveis, tantas coisas de que duvidamos, tantas coisas que verdadeiramente acreditámos impossíveis, com todas as certezas, com todas as dúvidas. Nós somos impossíveis e, no entanto, no entanto, no entanto, estamos aqui, dizemos essa palavra impossível, amor, e vemos significados na voz, na pele, no olhar e dentro de nós.
Tu sabes que existe o medo. Gostava de poder dizer-te para não teres medo, mas eu também sei que existe o medo. Na vertigem, de repente, esse momento. Penso que é impossível. E é quando gostava que me desses a mão.
Tu sabes que é assim. Existe tudo dentro dessa palavra, amor, essa palavra que dizemos e que nos soterra. Estamos debaixo dela como se estivéssemos debaixo de montanhas, como se existíssemos no centro do céu sem nuvens. E imaginamos que todos podem ver-nos, e imaginamos que ninguém nos vê. Possível e impossível.
Quando digo amor, apenas esta palavra, amor, gostava de dizer-te que por trás do meu rosto estão todos os gestos que poderão amparar-te quando precisares, todos precisamos de gestos e de palavras às vezes, eu tenho e terei esses gestos e essas palavras para ti; gostava de dizer-te que o sangue começou já a correr pelas ruas do futuro, e o sangue tem essa pureza singela da claridade, gostava de falar-te do mar, mas tu sabes mais do que eu sobre o mar, um infinito de coisas simples; gostava de dizer-te que por trás do meu rosto existe de novo o meu rosto e existe o teu rosto e existe a esperança, a rua da esperança. Estamos aqui. Juntos.
Posso estar na rua, posso estar no meu quarto, e sei, sinto que estamos de mãos dadas, abraçamo-nos e os nossos corpos tocam-se mais do que se estivessem apenas a tocar-se, as nossas vozes são a mesma. É tão grande. Tão grande. Possível e impossível.
E poderia continuar a dizer palavras, tudo, mundo, sempre, e todas essas palavras seriam insuficientes e tão imperfeitas.
A culpa não é tua, não é minha. Não existe culpa. Existe o contrário da culpa, qualquer coisa boa e absoluta.
Estendo a minha mão dentro dessa névoa luminosa. Sinto essa claridade na minha pele. Sou atingido por um raio e sei que poderia continuar a dizer palavras, mas agora olho-te nos olhos, atravesso-os e sou atravessado por eles, o teu rosto está à distância da minha respiração, os teus dedos e os meus dedos, a nossa pele, e sei que poderia continuar a dizer palavras, mas agora olho-te nos olhos e basta-me a verdade desta palavra, amor, e basta-me a verdade do teu nome.
(José Luís Peixoto)
Posted at 5:38 pm by meialua
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Tuesday, July 24, 2007
Baaaaaaaccckkkk!! Pois é amigos estou de volta! Como alguns de voces sabem, o meu casamento realizou-se num dia muito especial: 07/07/2007!  (O 7 sempre teve um significado especial!) Tudo correu "fantabulásticamente"  E foi realmente um dia de sonho!  De sonho foi também a viagem que fiz, que sempre quis fazer; ir à Grécia.  Estive essencialmente na Ilha de Creta, E entre praia, mar, piscina, cigarras a cantar, jantares ao por do sol, muita música, amor e alegria; (nunca esquecerei o por do sol em Creta), um ambiente fantástico e alguns passeios fico para sempre com a Grécia e Creta no coração.  E volto de novo com a minha querida Sophia; e como estive bastante ausente de novo deixo uma colectanea e algumas fotos que tirei em Creta. É bom estar de volta  Uma boa semana e beijinhos com muito muito carinho**

O Minotauro
Em Creta Onde o minotauro reina Banhei-me no mar
Há uma rápida dança que se dança em frente de um toiro Na antiquíssima juventude do dia
Nenhuma droga me embriagou me escondeu me protegeu Só bebi retsina tendo derramado na terra a parte que pertence aos deuses
De Creta Enfeitei-me de flores e mastiguei o amargo vivo das ervas Para inteiramente acordada comungar a terra De Creta Beijei o chão como Ulisses Caminhei na luz nua
Devastada era eu própria como a cidade em ruína Que ninguém reconstruiu
Mas no sol dos meus pátios vazios A fúria reina intacta E penetra comigo no interior do mar Porque pertenço à raça daqueles que mergulham de olhos abertos E reconhecem o abismo pedra a pedra anémona a anémona flor a flor
E o mar de Creta por dentro é todo azul Oferenda incrível de primordial alegria Onde o sombrio Minotauto navega
Pinturas ondas colunas e planícies Em Creta Inteiramente acordada atravessei o dia E caminhei no interior dos palácios veementes e vermelhos Palácios sucessivos e roucos Onde se ergue o respirar da sussurada treva E nos fitam pupilas semi-azuis de penumbra e terror Imanentes ao dia Caminhei no palácio dual de combate e confronto Onde o Príncipe nos Lírios ergue os seus gestos matinais
Nenhuma droga me embriagou me escondeu me protegeu O Dionysos que dança comigo na vaga não se vende em nenhum mercado negro
Mas cresce uma flor daqueles cujo ser Sem cessar de busca e se perde se desune e se reúne E esta é a dança do ser
Em Creta Os muros de tijolo da cidade minoica São feitos de barro amassado com algas E quando me virei para trás da minha sombra Vi que era azul o sol que tocava o meu ombro
Em Creta onde o Minotauro reina atravessei a vaga De olhos abertos inteiramente acordada Sem drogas e sem filtro Só vinho bebido em frente da solenidade das coisas Porque pertenço à raça daqueles que percorrem o labirinto Sem jamais perderem o fio de linho da palavra
Os gregos
Aos deuses supúnhamos uma existência cintilante Consubstancial ao mar à nuvem ao arvoredo à luz Neles o longo friso branco das espumas o tremular da vaga A verdura sussurrada e secreta do bosque o oiro erecto do trigo O meandro do rio o fogo solene da montanha E a grande abóbada do ar sonoro e leve e livre Emergiam em consciência que se vê Sem que se perdesse o um-boda-e-festa do primeiro dia – Esta existência desejávamos para nós próprios homens Por isso repetíamos os gestos rituais que restabelecem O estar-ser-inteiro inicial das coisas – Isto nos tornou atentos a todas as formas que a luz do sol conhece E também à treva interior por que somos habitados E dentro da qual navega indicível o brilho.
Ressurgiremos
Ressurgiremos ainda sob os muros de Cnossos E em Delphos centro do mundo Ressurgiremos ainda na dura luz de Creta
Ressurgiremos ali onde as palavras São o nome das coisas E onde são claros e vivos os contornos Na aguda luz de Creta
Ressurgiremos ali onde pedra estrela e tempo São o reino do homem Ressurgiremos para olhar para a terra de frente Na luz limpa de Creta
Pois convém tornar claro o coração do homem E erguer a negra exactidão da cruz
Na luz branca de Creta
Sophia de Melo Breyner
Posted at 9:17 pm by meialua
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Sunday, July 01, 2007
Olá amigos! Tudo fantabulástico?  Pois é, vou-me ausentar ainda durante + uns tempos. A minha situação com a Net, não está inteiramente resolvida (arranjaram-nos uma alternativa enquanto não se compunha tudo...). Mas a maior razão para a minha ausência é...  ...que me vou casar... Ah pois é... Apesar de já viver junta há um ano, chegou a altura. Logo, estou de férias, mas o tempo não é muito, e também porque se tudo correr bem de seguida irei fazer uma das minhas viagens de sonho... Prometo quando voltar contar tudinho.  Assim hoje vou deixar aqui uma colectanea da minha poetiza preferida que muitos vós que me acompanham desde sempre, e mesmo os mais recentes sabem de quem se trata. Tomem conta destes Fragmentos que são não só meus mas sim nossos. Obrigada pelo sempre imenso carinho e façam o favor de serem Felizes. Sempre!  Beijos do coração e até breve....***

Meio da vida
Porque as manhãs são rápidas e o seu sol quebrado Porque o meio-dia Em seu despido fulgor rodeia a terra
A casa compõe uma por uma as suas sombras A casa prepara a tarde Frutos e canções se multiplicam Nua e aguda A doçura da vida
Mar sonoro
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim. A tua beleza aumenta quando estamos sós E tão fundo intimamente a tua voz Segue o mais secreto bailar do meu sonho. Que momentos há em que eu suponho Seres um milagre criado só para mim

Felicidade
Pela flor pelo vento pelo fogo Pela estrela da noite tão límpida e serena Pelo nácar do tempo pelo cipreste agudo Pelo amor sem ironia - por tudo Que atentamente esperamos Reconheci tua presença incerta Tua presença fantástica e liberta

O luar enche a terra de miragens
O luar enche a terra de miragens E as coisas têm hoje uma alma virgem, O vento acordou entre as folhagens Uma vida secreta e fugitiva, Feita de sombra e luz, terror e calma, Que é o perfeito acorde da minha alma.
Promessa
És tu a Primavera que eu esperava, A vida multiplicada e brilhante, Em que é pleno e perfeito cada instante.
Sophia de Mello Breyner
Editando:
A atmosfera romântica tomou conta da blogosfera, e por isso o Art Of Love atribuiu-me o prémio "Destaque Cupido Fonte de Amor". ou seja, fui "flechada" a falar sobre o que é o Amor...
(E que bela altura, hem amigo?)
Falar do amor...
Não sei falar de amor, sei que é preciso entrega, compreensão, amizade, sinceridade, lealdade, respeito, confiança, cumplicidade, paixão, desejo, doçura, generosidade, paciência, saber ouvir, saber escutar, saber perdoar. O Amor é feito de inúmeros sentimentos que o tornam nisso mesmo, o Amor. Quando duas pessoas se entregam de tal forma que são apenas uma. São as metades que se unem. Aqui teem a meialua que (re)encontrou a sua metade  O Amor não tem definição mas eu sempre uso esta frase para explicar como sinto, como penso:
"O Amor é um pouco de nós misturado com um pouco de alguém"
Não vou passar o desafio a ninguém, simplesmente deixo-vos à vontade para todos aqueles que o quiserem fazer... Até breve!!!***
Posted at 7:31 pm by meialua
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Thursday, June 14, 2007
Olá amigos.
Pois é a minha situação com a Internet continua igual. 
Fiz já uma reclamação por escrito com conhecimento de entidades superiores e vamos ver no que dá... 
Enfim.
Sem muito tempo, pois ando bastante ocupada e sem acesso aos blogs em casa, hoje venho aqui apenas deixar mais um poema para saberem que não me esqueco de voces. 
Beijos com carinho*

Escrevo diante da janela aberta. Minha caneta é cor das venezianas: Verde!... E que leves, lindas filigranas Desenha o sol na página deserta!
Não sei que paisagista doidivanas Mistura os tons... acerta... desacerta... Sempre em busca de nova descoberta, Vai colorindo as horas quotidianas...
Jogos da luz dançando na folhagem! Do que eu ia escrever até me esqueço... Pra que pensar? Também sou da paisagem...
Vago, solúvel no ar, fico sonhando... E me transmuto... iriso-me... estremeço... Nos leves dedos que me vão pintando!
Mario Quintana - A Rua dos Cataventos
Posted at 3:36 pm by meialua
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Monday, May 21, 2007
Como uma flor vermelha...
Olá a todos!
Pois é amigos, a minha ausência deve-se ao facto de
que continuo sem Net em casa...
O Problema com o operador persiste, porque o que aconteceu foi que por erro deles desinstalaram a linha,
então depois de muitos telefonemas, reclamações e ameacas de desistir do serviço já mais do que fundamentadas
lá nos explicaram que tiveram que pedir novamente a linha
pois não dá para a reinstalar 
e sendo sim vão ter que fazer tudo novamente...
Agora vamos esperar para ver no que dá e como nos esperam recompensar
se não querem que cancelemos mesmo o servico...
Enfim...
Tirando isso, tudo "fantabulástico" apesar da falta de tempo...
E já sabem, como por agora só tenho acesso aos blogs aqui no trabalho;
e nem a todos os servidores, vou vindo aqui e visitar-vos conforme for sendo possível.
Espero que compreendam.
Por agora deixo mais um poema, beijos com imenso carinho e saudade
e o desejo de uma excelente semana!!***

À sua passagem a noite é vermelha, E a vida que temos parece Exausta, inútil, alheia.
Ninguém sabe onde vai nem donde vem, Mas o eco dos seus passos Enche o ar de caminhos e de espaços E acorda as ruas mortas.
Então o mistério das coisas estremece E o desconhecido cresce Como uma flor vermelha.
Sophia de Melo Breyner
Posted at 11:55 am by meialua
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Monday, May 07, 2007
Olá amiguinhos! Pois é, já tinha saudades de aqui vir.  O que acontece é que quando regressei de férias, não tinha Net em casa; aliás ainda não tenho.  Parece que houve uma avaria qualquer na central do centro de comunicações do servidor e deram um prazo de aproximadamente uma semana para resolver a situação.... Depois de muitos telefonemas e reclamações agora vou aguardar para ver no que dá....  Sendo assim tenho que me orientar a postar e a visitar-vos aqui pelo local de trabalho sempre que tiver um tempinho...  Aos poucos vou-vos tentar retribuir as visitas e já sabem tem que ser conforme for possivel, pois há alguns servidores de blogs aos quais não consigo aceder daqui...  Enfim, tudo se irá resolver....
Adiante:
A Branca deixou-me este pequeno mimo nos comentários e no seu blog:

Consiste em nomear 5 blogs que me fazem pensar! Obrigada! Adorei!! 
Quanto aos blogs que visito todos eles me dizem algo, mas de qualquer modo vou eleger entre eles 5, não vou difereciá-los pois cada qual me faz pensar e/ou reflectir a seu modo....
Ora então aqui fica: Encontros na Cidade, Secreta. Nimbypolis, Humores, Boas Energias.
Terão agora a tarefa de copiar o award para o vosso blog e nomearem também 5 blogs que vos façam pensar. 
Por agora e porque ontem foi dia da Mãe, deixo aqui mais um poema e o desejo de uma excelente semana para todos vós.
Beijos com muito carinho***

No mais fundo de ti Eu sei que te traí, mãe.
Tudo porque já não sou O menino adormecido No fundo dos teus olhos.
Tudo porque ignoras Que há leitos onde o frio não se demora E noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo São duras, mãe, E o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas Que apertava junto ao coração No retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas, Talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa; Esqueceste que as minhas pernas cresceram, Que todo o meu corpo cresceu, E até o meu coração Ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? - Às vezes ainda sou o menino Que adormeceu nos teus olhos;
Ainda aperto contra o coração Rosas tão brancas Como as que tens na moldura;
Ainda oiço a tua voz: Era uma vez uma princesa No meio do laranjal...
Mas - tu sabes - a noite é enorme, E todo o meu corpo cresceu. Eu saí da moldura, Dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe. Guardo a tua voz dentro de mim. E deixo as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade
Posted at 9:01 am by meialua
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Monday, April 16, 2007
Os sonhos dão trabalho...
Olá amiguitos!!! Tudo "fantabulástico"?  Esperemos que sim.  E este sol e calorzinho que parecem ter chegado ajuda, não é?  Bem, eu estou sem muito tempo pois ando um pouco ocupada. Afinal, os sonhos dão trabalho...  Sendo assim e porque para a outra semana vou ter uns dias de férias, só devo voltar ao blog em Maio. Até lá conto com voces para irem tomando conta aqui dos nossos Fragmentos. E hoje em vez de um poema, deixo um excerto dum livro de Paulo Coelho.
Beijos grandes com muito carinho e façam o favor de ser Felizes!!*****

"Eu sorri mais uma vez. -Eu ia esquecer. E tu fizeste-me lembrar. -Tu achas que o teu dom voltará?-perguntei. -Não sei. Mas Deus sempre me deu uma segunda oportunidade na vida. Está a dar-ma contigo. E ajudar-me-á a reencontrar o meu caminho. -Nosso- interrompi-o outra vez. -Sim, nosso. Ele agarrou-me pelas mãos e levantou-me. -Vai buscar as tuas coisas- disse. -Os sonhos dão trabalho."
Paulo Coelho
Posted at 8:27 am by meialua
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